Resenha – Como eu era antes de você

CONTEM SPOILERS SOBRE A HISTÓRIA

Confesso que eu peguei esse livro com a maior das expectativas, diferente de “A Culpa é das Estrelas”, “Divergente” ” O Lado Bom da Vida”, que eu não esperava muito e comecei amar!
“Como eu era antes de você” conta a história de Lou um típica solteira despreocupada com vida, com namorado de anos a fio, um emprego não tão satisfatório e uma família meio que desfuncional. Confesso que a parte da família eu me identifiquei um pouco. Bem parecida com a minha, com exceção da irmã caçula com filho pequeno. Lou Clarke acaba perdendo emprego e conseguindo um trabalho de cuidadora de um mal-humorado tetraplégico, Will, que vivia a vida intensamente e ricamente até ser atropelado por uma moto e perder quase todo movimento do corpo. A historia é meio clichê de um jeito que não me agradou, e olha que eu gosto de clichês!

Logo de início os dois não se combinam, e praticamente viram inimigos, mesmo Will dependendo da Louisa para quase tudo. Mas o tempo vai passando e sentimentos bons comecem a surgir no coraçãozinho de ambos. Mas o que Lou descobre não é tão agradável. Seu contrato que dura seis meses tem um motivo: suicídio de Will, que resolve tirar a própria vida por nunca poder voltar a ser a pessoa que era antes. Com a aprovação dos pais ele já tem uma data marcada para por fim a vida, mas Lou entra em cena e começa mover céus e terra para provar a Will que a vida é boa, e vale a pena ser vivida.

Infelizmente todos seus esforços são em vão. E isso foi o que eu mais odiei em toda história, tanto esforço para nada. Agora o que eu achei?
Bom, não amei, a leitura em si é gostosa, simples e despretensiosa, sem enrolações, mas algo nos personagens não me agradou, nenhum posso afirmar! O jeito arrogante de Will, mesmo ele tendo sofrido uma terrível tragédia me irritou bastante, o jeito sossegado demais da Lou no começo do livro me deu vontade de simplesmente parar de ler, a maioria dos outros livros que li eram narrados por pessoas guerreiras, que queriam fazer a diferença mesmo que a morte se colocasse no caminho. Confesso que principalmente o começo desse livro foi bem perrengue para ler. Já no final, quando eu tinha esperanças de que tudo terminaria bem, e os dois ficariam juntos, o Will se mostrou um covarde, e bem egoísta (Concordo com Amanda) mantendo a palavra de se matar. Achei ofensivo isso, apaga por favor!!!

Ele agora tinha motivos para continuar, tentar lutar, mas foi fraco e bem insensível. O livro a única coisa legal do livro foi o fato dele ter conseguido mudar um pouco as atitudes da Lou, que largou aquele namorado mas chato do mundo (e meio gay) e a fez começar a pensar mais na vida e sair da sua zona de conforto, tentar novas possibilidades e ver o mundo d outra forma. Aí sim o livro fez jus ao nome.

Camila gostou muito mais desse livro do que do livro a culpa é das estrelas, eu já acho que ela está ficando louca ou bebeu algumas, tipo muitas, mas o que seria do vermelho de todos gostassem do azul não é verdade?

Não é uma leitura que farei num futuro próximo, aliás é uma leitura que pretendo fazer nunca mais, mas tentem quem quiser, vai que né…Gosto é gosto. E como em “As vantagens de ser invisível” eu errei a mão nesse aí! Nota 4 para esse livro.

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Ta aí uma das provas que não se deve julgar um livro pela capa, achei tão linda, e o título tão sugestivo, que me apaixonei assim que vi no site, e vieram comentar a respeito, fiquei mais curiosa a ainda, mas a vida tem dessas.

Agora comecei a ler ” O Teorema Katherine” que eu sempre chamei de “O teorema DE Katherine”, li umas 50 páginas ontem e estou curtindo, mesmo então meio lento ainda o começo, vamos ver se vou gostar quando chegar no final. 😀 Aguardem as próximas resenhas.

 

Livro X Movie

Eu já comentei sobre a resenha do livro  “Cidades de Papel” aqui a algum tempo. E hoje vim comentar sobre a remota possibilidade de virar um filme, parece que o John Green realmente está conquistando e virando Nicholas Sparks da literatura americana. Gosto do modo de como ele escreve e já quero todos os livros dele.

Já havia visto em um site aí e hoje vim postar sobre a tal possibilidade, e dar mais detalhes.
Parece que realmente é oficial, e o mesmo ator que fez Isaac no filme “ACEDE” vai fazer o Quentin no filme. Eu achei muito apropriado, realmente parece com o que eu imaginei. Achei muito boa a escolha.
É uma opção, não há nada confirmado de fato, mas eu creio que vá rolar sim, e pretendo assistir com certeza, não creio que vá ficar na expectativa como fiquei com ACEDE, assistindo trailer todos os dias praticamente durante dois meses, mas já estou curiosa com a adaptação, e não é algo que eu estou com medo de ser seguido a risca, não me importo com algumas mudanças. Mas li que serão os mesmo produtores de ACEDE então se forem mesmo, provavelmente levarão ao pé da letra.

Por que esses caras não fazem uma adaptação de “A seleção”?? A Mandy comentou comigo e agora isso não me sai da cabeça, eles ou Francis Lawrence são ótimas opções de alguém que fariam jus a trilogia. Já fico aqui imaginando o quando perfeito seria….tá! Melhor parar com as expectativas. As decepções normalmente são inevitáveis.

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Quando comentei a resenha do livro, estava bem decepcionada com final, mas eu percebi que que preciso meditar na história durante alguns dias para depois vir escrever a resenha. Por exemplo…. AQUI COMEÇAM SPOILER SOBRE OS LIVROS “CIDADES DE PAPEL” E “CONVERGENTE”….cidades de papel terminou com o Q. e Margo separados, eu já imaginava os dois voltando juntos para cidade e tendo dois filhos e um cachorro chamado Toby, mas no fim a Margô decidiu que era isso que ela queria: apenas sair do mundo. E quantas vezes isso não acontece na vida gente? Não necessariamente nessas circunstâncias de “fugitiva” mas infelizmente é meio impossível manter por perto as pessoas que nós amamos, com o passar do tempo muitas delas acabam saindo e se perdendo das nossas vidas para sempre! Vai contra o desejo de um leitor sonhador (como eu) mas é assim que funciona.
Já convergente, eu li mais de 1.500 páginas de 3 livros para descobrir que a principal do livro simplesmente morre!

Eu meia que me senti como a Hazel Grace lendo “Uma Aflição Imperial”, não que o livro não tenha um fim, ele teve, aliás até um epílogo que eu achei muito longo e, desnecessário que acabou tirando um pouco a emoção, mas em fim. Foi um tanto quanto frustrante ver a personagem principal morrer no meio de uma sentença, ali, em uma página aleatória do livro. Eu li, reli, voltar a ler frases anteriores e não me conformava, eu já tinha lido que era provável que ela morreria mas entrei num estado de negação total até ler o livro em pouco dias, pois estava aflita demais e meio que numa disputa com Gabriel para ver quem lia mais em menos tempo. Mas isso também não é a vida? Com a morte chegando a qualquer momento? Quando menos esperamos? No fim eu admiro a autora por ter tido a coragem de fugir do óbvio e dos finais clichês de “felizes para sempre”, não são todos que tem essa coragem. Embora não sei quando voltarei a ler essa trilogia, não é algo que eu superei muito bem, por ser uma pessoa que ama finais felizes por mais clichês que sejam.

Tá! Okay! Agora vocês vem e falam: ‘isso não parece condizer com uma pessoa que leu “A culpa é das estrelas” duas vezes e meia, e assistiu uma vez e já quer ver de novo’, pois é, nem eu me entendo. Acho que a história por ser adoravelmente trágica com pitada de comédia me atrai de um modo que não consigo deixar de pensar e comentar! O bom é que 60% das pessoas ao me redor, e aliás as que nem estão ao meu redor, já lerem/assistiram e eu posso passar praticamente todo dia comentando com alguém. Isso não é algo que se assiste e deixa por isso mesmo. Eu preciso enjoar até dar um tempo e voltar depois de alguns meses a relembrar, tipo JV e Em Chamas que já vi 8 vezes os dois filmes!!

Eu estou pra la do meio do livro “Como eu era antes de você” e é algo que não me convenceu muito bem, é legal não vou mentir, mas esperava bem mais dele. Pode ser que eu venha a amá-lo, mas por enquanto só estou tentando aproveitar ao máximo a leitura. Como já disse preciso de dias depois de acabar a leitura para poder comentar algo concreto, acabar de ler e já tirar conclusões sem meditar de acordo não dá muito certo ás vezes!

Resenha da semana. Cidades de Papel

Eu tenho uma necessidade por final felizes, seja em seriados, filmes ou livros, não gosto muito de acompanhar algo e acabar tragicamente. Se eu gostasse de uma história trágica apenas escreveria minha própria vida e leria dia a pós dia. No entanto eu procuro livros com a intuição de fugir da realidade e suspirar com finais felizes, o que geralmente não acontece na vida real. E o livro que eu li nessas últimas semanas, não acabou como eu gostaria que acabasse, Cidades de Papel. Acabou exatamente como é a vida real. Cara, isso não me fez bem, já é o segundo livro do John Green que acontece a mesma coisa, e eu já estou começando a achar que ele é um novo Nicholas Sparks para fins tensos!

Ainda quero ler o Teorema de Katherine mas já estou ficando com pé atrás, vai que decepcionar de novo. Quer dizer não é bem uma decepção, é um sentimento de, de, sei lá, não tenho as palavras exatas para descrever o que eu senti.

O livro em si é muito bom, prendeu muito a minha atenção, e se eu não tivesse com a semana tão corrida esses dias, com certeza teria lido em muito menos tempo.

A história mistura um pouco de comédia, com mistério e uma pitada de vingança. O personagem principal apelidado de Q. ( Quentin Jacobsen) começa uma buscar minuciosa por Margô, sua vizinha e amiga de infância, uma garota misteriosa em que ele passa o livro inteiro tentando entender! A leitura é gostosa, dinâmica e nem um pouco cansativa, sim, apesar de tudo eu recomendo. É meio que  uma leitura para tirar a tensão de histórias mais profundas e detalhadas. Tipo um descanso para mente.

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Pois fica aí a dica. E você também é feito de papel?

Véspera de feriado e um cantinho para ler um livro.

Eu havia feito vários planos do que fazer nesses dias em que ficaria em casa, mas uma pequena depressão repentina e um vazio existencial tomou conta de mim. E nada além do desânimo foi minha companhia durante todo esse dia. Como diria Aline: estamos muito mulherzinha!

Queria apenas ficar sozinha, como isso é praticamente impossível nessa casa, o mais perto que cheguei foi ficar no meu quarto lendo páginas e mais páginas de livro.

E é basicamente para isso que vim postar, comentar a minha leitura de hoje, o que me ajuda a me sentir melhor. Ler/escrever, cozinhar e assistir seriados. Como cozinhar eu preciso ficar na cozinha escutando povo conversar e me fazer milhões de perguntas a quais não estou nem um pouco interessada em responder, então a melhor opção foi ler.

Hoje eu acabei o livro O LADO BOM DA VIDA! Uma excelente leitura. Gostei bastante, e foi bem diferente do filme.

É até irônico eu ter acabado de ler um livro com esse título, e estar me sentindo tão deprimida esses dias. Mas a vida tem dessas coisas né? Faz parte!

Pois então, eu havia visto o filme já faz um certo tempo, logo quando começou aquela comoção de Oscar e tal, e o filme estava concorrendo a vários prêmios então fiquei curiosa.

Não digo que não gostei do filme, mas fiquei entediada em algumas partes e achei que poderiam ter melhorado várias coisas, principalmente o diálogo, embora a atuação da Jennifer Lawrence e do Bradley Cooper tenha feito toda diferença, realmente boa. Mas agora lendo o livro sem dúvida poderiam ter melhorado beeem o filme.

Achei bem diferente das últimas leituras que tenho feito, por que dessa vez a narrativa e feita por um homem, e a visão masculina é um tanto quanto diferente da nossa né? Mas achei muito interessante, Pat Peoples é um personagem arrogante, obsessivo, confuso e estupidamente adorável! Sim, ele consegue ser tudo isso. E a visão simples dele, e a sua determinação de melhor é um tanto fascinante, em certos momentos irritante. Todo livro ele se esforça em ser uma pessoa melhor a fim de voltar para ex-esposa, mas mal sabe ele que no fundo ele já encontrou a pessoa certa!

Tiffany é personagem bem boca suja no livro, mas que raramente conversa, mas observa e consegue captar as emoções melhor do que qualquer um. Achei um crime terem mudado tanto o personagem Pat no filme.

Algumas partes do livro, um pouco antes do final achei desnecessário e entendi por que cortaram do filme, tipo ele quebrar a perna e a Tiffany se declarar para ele, nesse parte o filme foi melhor! Achei lindo a cena em que ele diz que a ama. Adorável
Já a parte da dança também foi radicalmente mudada e fiquei um pouco em dúvida do qual gostei mais. No filme, eles dançam não tão bem, e recebem uma nota 5 e ficam super felizes e ninguém entende. Mas haviam feito uma aposta e tals e acabaram que a nota 5 fizeram deles vencedores, isso mostrou um dos  “lado bom da vida”, a felicidade nas pequenas coisas, e ser feliz com o que tem. Nos livros eles se dedicam ao máximo e fazem uma apresentação perfeita, com uma musica que retrata bem a situação dos dois, e eu fiquei imaginando a tal dança perfeita com a música antiga mas linda e comecei a pensar que teria sido legal ver essa apresentação no filme. Por isso fiquei em dúvida do que gostei mais.

Mas basicamente é uma leitura gostosa e que recomendo.
Mas a quem pergunte, sim o livro no geral é melhor que o filme.

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E a titulo de curiosidade nos livros Pat dá detalhes de como ocorreu a dança em cada trecho da música, achei muito legal, por que como disse combina muito com a história deles. Fiquei imaginando algo tipo Dirty Dance, mas em fim….

E é um clipe estranho (ignorem essa parte), mas imaginar uma coreografia moderna ao som dessa música realmente me faz querer dançar!

Sim vocês já ouviram essa música no DVD de 92 clipes da sua mãe!!! 😛